DOCX, PDF, TXT, SRT, VTT: que exportação escolher
Cinco formatos, cinco trabalhos diferentes. Um guia curto para acertar à primeira.
Os formatos de documento
DOCX é a escolha quando a transcrição é um ponto de partida e não uma coisa acabada. Nomes de interlocutor e estrutura chegam como títulos e parágrafos a sério, por isso pode cortar, reorganizar e comentar no Word, no Pages ou no Google Docs.
PDF serve quando a transcrição já está fechada. Nada se desalinha ao abrir noutro computador e ninguém a edita sem querer. Use-o para tudo o que anexa a um email, arquiva num processo de cliente ou entrega a um advogado.
TXT tira tudo e deixa as palavras. Sem formatação nem metadados — exatamente o que quer quando o destino é um script, um índice de pesquisa, um prompt ou outro programa.
Os formatos de legenda
SRT é entendido por qualquer editor de vídeo e qualquer plataforma. Premiere, Resolve, YouTube, Vimeo: se uma ferramenta aceita legendas, aceita SRT.
VTT é a versão nativa da web. É o que o elemento HTML <track> espera, por isso é a escolha certa para legendas no seu próprio site ou num leitor web.
Ambos levam os tempos. Nenhum leva os nomes dos interlocutores como um documento leva — legendas são deixas, não um guião.
Duas perguntas que resolvem
Alguém vai editar isto? Sim, e é texto corrido → DOCX. Sim, mas é código ou dados → TXT. Não → PDF.
Vai para um vídeo? Sala de montagem ou plataforma → SRT. A sua própria página web → VTT.
Se estiver na dúvida, leve o DOCX. É o único a partir do qual chega a todos os outros sem voltar atrás.
Uma coisa que vale a pena fazer antes
Corrija os nomes dos interlocutores antes de exportar. No WhoScribe, mudar o nome de um interlocutor atualiza todas as linhas de uma vez; fazê-lo no Word é procurar-e-substituir ao longo de quarenta páginas.
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